segunda-feira, 16 de junho de 2014

CORPOS ENERGÉTICOS - Por Unaversidade

Junho 16, 2014

Introdução, formação e Sétimo corpo



Imagem de Ricardo Padilha



A partir desta série de artigos, vamos abordar o assunto “Corpos Energéticos”.

Ele é bem importante porque dá a base da qual necessitamos tanto para avançar nos procedimentos de alinhamento energético — correção —, quanto para entrarmos em contato com outras individualizações.

Para começar, é importante falar como é que os corpos são formados e a divisão proposta a seguir é apenas para fins didáticos, uma vez que os três primeiros corpos são formados simultaneamente e os quatro seguintes, os que nos ligam a uma dimensão, também.

A explicação dada neste artigo será geral e nos próximos, cada um dos corpos, bem como suas funções, será detalhado para melhor compreensão.


1. A Formação dos Corpos

O nosso processo de criação começa a partir da Fonte Primordial, o Todo, o Uno, o Mesmo.

É dela que surge nossa primeira noção de individualidade, muito ligada à origem.

Quando a Fonte decide ter uma experiência individualizada, gera um sistema de corpos que poderá, posteriormente, ancorar em qualquer dimensão.


2. Os corpos energéticos

Primeiramente, é formado o sétimo corpo — estamos contando em ordem decrescente, com o ponto de vista de quem está numa dimensão e então, o que fica mais perto da Fonte é o sétimo e nosso corpo físico, o primeiro, aquele ao qual temos acesso neste agora. O sétimo corpo é nossa Identidade.

A partir disso, o sexto corpo é criado e armazena as memórias cósmicas, contidas na Fonte.

Num processo de densificação, cada vez maior, o quainto corpo é formado e guarda a nossa missão cósmica, aquela com a qual trabalharemos em todas as existências, em qualquer “formato-imagem” que tenhamos.

O quarto corpo já faz parte do processo de chegada às dimensões que têm tempo e/ou, espaço — ou não — e armazena as memórias daquela existência. E para que cheguemos a um corpo físico, é necessário um projeto…

Por isso, o terceiro corpo é nossa matriz biológica perfeita, com todos os órgãos, tecidos, células e átomos funcionando perfeitamente.

Porém, para que nos liguemos a um determinado plano dimensional, precisamos de algo que nos una com os aspectos externos daquela dimensão e isso é feito pelo segundo corpo, o magnético, que sofre influência das marés, das estrelas, dos pensamentos alheios, das correntes magnéticas, etc.

Apenas depois de todo esse “design”, chegamos ao corpo físico, o primeiro corpo, totalmente denso, no nosso caso, aqui na Terra.


3. O sétimo corpo

Mais perto da Fonte, mais próximo da origem, o sétimo corpo é uma réplica perfeita de seu criador.

É considerado como sendo a nossa IDENTIDADE e o oposto dele — não com padrão de dualidade, mas porque está na outra ponta — o corpo físico, é a nossa IMAGEM atual.

O sétimo corpo é uma experiência da Fonte. Pode viver independente dela, mas guarda todas as características do núcleo gerador. É o TODO, também, individualizado.

Isso é o que “somos”, enquanto o corpo físico, seja ele fungo, mineral, vegetal ou animal — falando deste plano — é o que “estamos”.

A noção errônea de que somos “filhos”, “deuses menores” ou “espelhos” do Criador, nos leva a imaginar uma potência menor de ação.

Ao contrário! Somos a Fonte com uma experiência. Um modo de agir por entre as dimensões e compartilhar relacionamentos, no tempo, no espaço, ou sem esses dois componentes, dependendo da dimensão.

Para colocar esses conceitos num plano mais prático, poderíamos nos usar de perguntas. É como se a Fonte, num determinado agora questionasse:

— Como é estar pedra?

— Como é estar pardal?

— Como é estar mulher?

— Como é estar volgrtoker*?

Obviamente, a Fonte tudo É!

Todas as possibilidades de existência, em todos os planos e dimensões estão contidos nela e assim, ela mesma pode imaginar-se individualizada em algo que nem sequer tem estado, ainda*…

De sétimo corpo para sétimo corpo, não há separação. Eles não se reconhecem, eles se identificam como sendo UM e o MESMO.

Cada vez que você tiver a impressão de estar separado, de ser menor, de não ter forças, lembre-se de quem é. Você é a Fonte tendo uma experiência e o resultado disso só depende do que quer fazer, porque tudo o que precisa, está em você e é você.

Sexto e Quinto corpo energético











O sexto corpo – Memórias Cósmicas




Já sabemos que o nosso sétimo corpo é a nossa identidade, aquele que está mais perto da nossa origem e que representa a experiência da Fonte individualizada.



Pois bem, nessa nossa caminhada cósmica, todas as memórias das nossas experiências como individualizações, vão sendo acumuladas e armazenadas, para que possamos nos completar nas diferentes formas por que passamos.

O sexto corpo nos acompanha desde o momento em que a Fonte decidiu por sua individualização e, por ter sido formado ao mesmo tempo em que o sétimo e o quinto corpos o foram, permanecerá ligado a eles, não importando o tipo de individualização, nem a dimensão de sua existência.

Muitas vezes nos deparamos com a sensação de que um local onde estamos indo pela primeira vez, já nos é familiar. O tão falado “déjà-vu”, nada mais é do que o acesso rápido e fugaz a uma memória que está instalada nesse nosso arquivo.

Se pudéssemos, conscientemente, acessar a essas informações, com mais frequência, constância e duração, talvez nossa capacidade de amar se expandisse e nos levasse a compreender melhor os diferentes reinos, as diferentes formas, as diferentes dimensões.

Dessa mesma maneira, todas as nossas vivências que lá estão armazenadas e que constituem o conhecimento que acumulamos, servem para nos mostrar os diferentes caminhos que percorremos e apontam para o rumo que devemos orientar a nossa caminhada.


O quinto corpo – Missão Cósmica

A nossa missão é imutável e independe da forma, do reino ou da dimensão em que estivermos.

Como missão, costumamos erroneamente acreditar que seja algo relevante, algo digno de importância, porém nos esquecemos de que o termo designa apenas um encargo, uma função, um poder dado a alguém para fazer alguma coisa.

Ao nos individualizar assumimos um encargo que nos acompanhará por todas as nossas experiências.

Não existem missões que são mais importantes do que outras. Todas têm a mesma relevância para o Universo, dependendo apenas de que sejam cumpridas.

Se uma individualização veio com a missão de liderança, tanto faz que seja uma ave ou um mamífero que guia o seu bando, ou um empresário que comanda uma grande companhia. Se a sua missão for a de proteger, não importa se é um pássaro que anuncia a aproximação de um predador, ou um segurança que resguarda um patrimônio ou um penhasco que impede que o mar avance e destrua uma região.

O importante é cumprir a incumbência que nos foi dada. E mesmo que não a cumpramos, numa próxima experiência teremos novamente a oportunidade de exercitá-la.

Muitos não sabem quais são as suas missões, outros têm dúvidas ou incertezas e ficamos em busca de fatos grandiosos para justificarem o cumprimento de uma missão.

Nenhum esforço ou sacrifício é preciso. Basta apenas tomar consciência de nossa melhor aptidão, assumir uma postura de disponibilidade e executá-la com empenho, confiança e amor.





Quarto corpo energético





Os corpos densos


O quarto, terceiro, segundo e primeiro corpo fazem parte do bloco “dimensional”.

São corpos que têm existência apenas quando decidimos ter experiências numa dimensão e assim, vão diferir de plano para plano.

Enquanto os outros três (sétimo, sexto e quinto) sempre nos acompanham, num agora “sem tempo, nem espaço”, o bloco mais concreto (quarto, terceiro, segundo e primeiro, em alguns casos) só é formado quando entramos num plano dimensional.

Podemos entender essa configuração como “a queda de Adão”, no caso do planeta Terra, o momento em que passamos do absolutamente sutil, para o Universo denso.

Mais uma vez, gostaríamos de lembrar que a explicação de ordem da formação dos corpos é didática, pois todos eles são formados ao mesmo tempo: o primeiro bloco, de uma só vez (sétimo, sexto e quinto) e o segundo também, de uma vez só (quarto, terceiro, segundo e primeiro).


O quarto corpo: as memórias de uma existência

Quando adentramos numa dimensão necessitamos de um receptáculo de registro de experiências, por isso, imediatamente, é formado um corpo de memórias daquela existência, que é também o nosso corpo emocional.

Arquivo que computa desde momento de nossa chegada, o quarto corpo é apenas um registro mesmo, uma forma de guardar toda e qualquer experiência, como ela verdadeiramente aconteceu.

Mas, misteriosamente, temos o desagradável hábito de relacionar experiências com sentimentos e mais ainda: de tomar tudo o que acontece como que partindo exclusivamente de nós mesmos, e então, fazemos uma confusão danada nesse processo!

Esse é um dos detalhes da separação, que fica mais evidente no segundo bloco de corpos, porque nos coloca num ambiente concreto, muitas vezes numa dimensão que contempla o tempo e o espaço, de uma só vez!

Porque nos vemos separados a partir do ângulo denso, nosso consciente guarda as experiências através do nosso ponto de vista. O quarto corpo é fundamental para a nossa “saúde cósmica”: ele arquiva a experiência holisticamente, no todo, com todas as implicações que conhecemos e desconhecemos. Numa questão qualquer, todos os envolvidos são levados em consideração: o quarto corpo é onisciente.

Talvez um exemplo prático auxilie a compreensão: supondo que um indivíduo tenha sido atropelado. Ele mesmo não prestou atenção no farol e adiantou-se um segundo, achando que teria tempo de atravessar em segurança. Um motorista vinha em sua direção e desatento ao amarelo, não diminuiu a velocidade, confiando no que via e no tempo que ainda tinha para passar “tranquilamente”.

O consciente dos dois envolvidos registrará a situação assim:


O pedestre:

“Sou culpado porque corri e não esperei o vermelho e o motorista é culpado porque não me viu!”


O motorista:

“Sou culpado porque não diminui a velocidade ao ver o amarelo e o pedestre é culpado porque não me viu!”


O quarto corpo, porém, registrará apenas isso:

“Uma análise superficial dupla provocou um atropelamento. Ambos os envolvidos diretamente apresentavam excesso de confiança. Ao redor deles havia energia de bênçãos sendo dispensada por quem via o corpo e o carro, para que houvesse paz”.

Este corpo não faz julgamentos, não guarda mágoas, rancores, críticas, dúvidas e nunca aponta erros; simplesmente registra o que aconteceu, no tempo e no espaço, com todos os envolvidos.

Contudo, quando não arquivamos as situações no quarto corpo e as deixamos presentes no consciente (e no inconsciente, em forma de imagens e relações abstratas) com componentes de julgamento e apenas através de nosso ponto de vista, sofremos as consequências físicas de nossas escolhas. Somatizamos, criamos doenças emocionais no corpo físico. A dor daquele atropelamento não passa nunca mais, ou volta a cada vez que uma situação parecida — no caso do exemplo, excesso de confiança — retorna à vida prática. O que deveria ser arquivo vira experiência no corpo físico, novamente.

Consciente e inconsciente são receptáculos de experiências do corpo físico; o quarto corpo é arquivo de memórias de experiências de uma dimensão e acima dele, no bloco fundamental, está o sexto corpo, aquele que registra as memórias de todas as existências, em qualquer plano e qualquer dimensão.

Quando não temos mais corpo físico, as memórias do quarto corpo são absorvidas pelo corpo de memórias cósmicas e entram para o registro geral daquela individualização.

Enquanto isso, com o nosso corpo denso, numa existência como a que vivemos agora no Planeta Terra, é importante que trabalhemos organizadamente com nossos arquivos.

Sempre que possível, e principalmente quando uma situação nos causa impacto emocional, force seu olhar para ver o todo.


“O que aconteceu naquela discussão? O que eu pensava? O que o outro pensava? Do ponto de vista dele, por que gritou? Posso olhar para isso em 360 graus? E o que vejo?”


Assim que acalmar o seu consciente num exercício objetivo de ver o todo, pense que esta experiência precisa ser arquivada e sair do escopo do corpo físico e do terreno mental. Libere-a para seguir em frente. Solte as tensões, solte as dores, solte as lágrimas e deixe o arquivista trabalhar! O perdão é isso e está nesse nível: soltar… deixar ir, entendendo que se há erro, ele está na situação e não nas pessoas. Estas, são perfeitas, um nível acima. O que fugiu ao controle foi a situação.

Da mesma forma que soltou um arquivo/experiência, pode pegá-lo quando quiser! É seu por direito.

A paz/momento, a alegria/momento, a felicidade/momento, a coragem/momento, a ousadia/momento que precisa neste agora está arquivada no seu quarto corpo. Tire o registro de lá e traga-o para o seu corpo físico e para a sua mente.

Desta interação entre corpo, mente e quarto corpo nasce a saúde emocional da qual necessitamos para a plena realização de nosso potencial nesta existência.







Terceiro corpo energético





A Matriz Biológica Perfeita

Este corpo faz parte do grupo dos quatro corpos que se formam quando decidimos ter uma experiência dimensional, isto é, no plano de uma dimensão qualquer, pois os outros três primeiros corpos, já nos acompanham desde o momento em que nos individualizamos.

O primeiro bloco de corpos é imutável e o segundo varia segundo a energia da dimensão em que a individualização esteja. Pode ocorrer até mesmo a inexistência da necessidade do primeiro corpo, que é o físico, em decorrência de um ambiente dimensional extremamente fluido e sutil.

Nesta dimensão em que nos encontramos agora, ainda há a exigência de um corpo físico para sustentar o impacto das energias mais densas que envolvem o planeta Terra.

No momento em que somos concebidos, forma-se o grupo dos corpos mais concretos que estão ligados a este plano e a esta dimensão e que são influenciados pela energia da Terra.

No caso do terceiro corpo, sua função é guardar todas as propriedades que necessitamos para o bom funcionamento do nosso organismo. Ele é o projeto perfeito para que todos os órgãos que compõem o sistema biológico do nosso equipamento material se organizem em harmonia e se ajustem adequadamente, a fim de que possamos passar por esta atual experiência em sua totalidade.

Como temos uma missão imutável e a experimentamos nos diversos reinos e nas diferentes formas, a cada experimentação temos um projeto diferenciado, mas sempre perfeito para aquela existência.

A pergunta recorrente que envolve a questão da “perfeição” do terceiro corpo é sempre a mesma: se todos nós temos uma matriz biológica perfeita, por que alguns nascem imperfeitos?

Devemos pensar um pouco sobre o conceito de “perfeição”. O mais comum, a princípio, é conceituarmos apenas aquilo que sobressai aos nossos olhos. Sim, somente a princípio, porque ampliando a nossa visão sobre esse conceito, podemos constatar quão imenso é o nosso engano.

Como exemplo, no último Campeonato Mundial de Atletismo Paralímpico, realizado em Lyon – França, em julho deste ano, a delegação brasileira contava com 35 atletas e conquistou 40 medalhas, sendo 16 ouros, 10 pratas e 14 bronzes e bateu doze recordes: três mundiais, oito do próprio campeonato e um nacional. Onde está a “imperfeição” em Andrea Bocelli, em Hermeto Pascoal, em Stevie Wonder, em Camões?

Quando recordamos que nos individualizamos da Fonte e, portanto, somos parte dela e, além disso, conhecendo a Lei Universal, compreendemos que todos nós somos perfeitos.


Lei Universal – Codex

“Conhecimento e consciência de que cada ser existente tem do Universo todas as condições para desenvolver-se com pleno potencial, para crescer e para desfrutar, independentemente de sua forma de individualização.”



Porém, como estamos sujeitos às energias que nos envolvem, podem ocorrer – e ocorrem com mais frequência do que gostaríamos – desajustes que se refletem no nosso corpo físico. Especificamente, este assunto será tratado brevemente e abordado em detalhes, quando falarmos sobre o segundo e o primeiro corpos.

O que devemos reter é que no terceiro corpo reside a possibilidade de buscarmos o projeto, o plano perfeito do funcionamento adequado do nosso sistema biológico. A partir da lembrança de como se comporta esse corpo em sua plenitude, é que podemos corrigir os desajustes que nos causam dores e desvios físicos.

O terceiro corpo é o nosso “mapa da mina”, é o computador que armazena a planta da morada desta individualização e que nos lembra de que podemos prolongar a nossa saúde física por até 200 anos, bastando para isso recordar da nossa origem e do nosso destino.





Segundo e primeiro corpo





O segundo corpo energético é formado a partir da energia fornecida pelo plano em que aquela individualização desenvolve uma experiência.

Para nós, então, o segundo corpo ou, corpo magnético, é provido pelo Planeta Terra e possui características elétricas e magnéticas.

Este é um corpo de proteção ao corpo físico, no final, o mais frágil e incapacitado, energeticamente, de todos. A energia do corpo físico é “física”: é elétrica, é térmica, é nuclear… como a do planeta!

A membrana densa que recobre o segundo corpo é responsável por captar todas as energias externas à individualização, compreendendo o que chamamos de positivo e de negativo.

Assim, a energia de uma bênção vai para o segundo corpo, mas a de uma maldição, também!

Não apenas os pensamentos alheios, mas também a energia de tudo o que entra em contato com o corpo físico, passa pelo filtro do segundo corpo. Quando nos alimentamos, a energia dos alimentos fica no segundo corpo, bem como a parte energética do veneno de uma picada de abelha, por exemplo.

A maior parte das filosofias e escolas iniciáticas têm procedimentos específicos de limpeza para o segundo corpo, como é o caso dos passes dos Centros Espíritas, das bênçãos na Igreja Católica, de todas as purificações dos xamãs, etc.

Notem que por tratar-se do corpo mais próximo ao físico e por ser fornecido pelo próprio planeta, os elementos naturais são os que mais proporcionam condições de interação com o mesmo.

Como nos sentimos quando, estressados e sem energia, tomamos um banho de mar, ou mesmo de ervas?

Qual é o efeito que as cachoeiras nos trazem?
Como ficamos depois que abraçamos uma árvore ou nos deitamos sobre uma rocha?

Por que benzedeiras usam um copo de água junto com o procedimento que fazem, ou sal?

Qual é o poder da fumaça do incenso feito de ervas ou madeiras?

Isso se deve ao contato com o corpo do planeta, ou com as individualizações que estão em maior relação com ele.

Os procedimentos de limpeza do corpo energético são fundamentais para a saúde do corpo físico e para a correta interação do terceiro corpo – a matriz biológica perfeita – com o corpo físico.

No caso dos ensinamentos que recebemos sobre alinhamento energético, dos pleiadianos, o processo de limpeza com o segundo corpo é avançado e diferenciado.

Se você tem interesse em saber como funciona, deve optar por fazer o curso online de Alinhamento Energético, gratuitamente, na plataforma da Unaversidade:

Quando da morte física de uma individualização, o segundo corpo é absorvido pelo próprio planeta (o planeta o forneceu, o planeta o retira) e poderá ficar, ainda um tempo, em contato com o plano físico… Fantasmas? Miasmas, vultos de pessoas mortas? Corpo magnético não absorvido, o espelho mais próximo da realidade, ainda que num nível sutil, apenas repetindo e gastando a memória armazenada, sem contudo, produzir nada de novo. 



O Corpo Físico




Finalmente, o corpo físico termina a cadeia de possibilidades num plano dimensional.

O mais sensível e frágil de todos, é ele que faz a experiência acontecer.

Regido pelas leis químicas e físicas relacionadas à dimensão onde está, tem uma existência paralela aos outros, porém, independente.

Aqui, precisamos pontuar algo muito importante: o copo físico, em si, isoladamente, não pode ser tratado com procedimentos energéticos! Matéria que se trata com matéria, energia que se trata com energia.

Quando cortamos o dedo temos três opções: a primeira é tratar o físico com o físico, limpar, suturar, etc; a segunda é, a partir do terceiro corpo, trazer a matriz biológica perfeita para que esta relembre ao corpo físico, o padrão ideal de composição e por fim, o terceira caminho é fazer as duas coisas!

Vamos a algumas premissas básicas:


O corpo físico não dispensa os cuidados físicos.

Nem tudo o que ocorre em termos de males e doenças é energético.

Existem dois caminhos de correção: um puramente físico, outro puramente energético, que atua no físico.

O caminho físico não atua no energético.

Qualquer mal causado ao corpo físico não influencia ou modifica os corpos superiores, a partir do terceiro.

O segundo corpo, o corpo magnético, é um espelho total do corpo físico. Nele sim, é possível determinar e verificar os males do corpo físico.

A ideia chave do sistema de corpos é equilíbrio.

Podemos comparar nossos sete corpos a um intrincado equipamento que contém softwares dos mais avançados – do sétimo ao terceiro corpo -, os equipamentos periféricos que o fazem funcionar, como fios, cabos e conexões – o segundo corpo – e um hardware, a parte externa, a máquina em si, representada pelo corpo físico.

Tire o hardware e os programas, os softwares, poderão funcionar em qualquer outra máquina. Tenha uma máquina sem softwares e não há a menor possibilidade de funcionamento.

Porém, mesmo que tenhamos softwares e um hardware em condições, sem o cabo que conecta tudo isso à tomada, não teremos energia para fazê-lo funcionar – segundo corpo.

Para terminarmos esta série, gostaríamos que você refletisse por um instante na beleza e perfeição desse sistema de corpos.

Todos os elementos de um mundo físico da realidade contribuem para a existência do nosso corpo biológico e o Planeta Terra concordou em fornecer a energia para a experiência.

Na parte energética e sutil, carregamos a Luz primordial, espalhada num complexo sistema interativo que permite a volta à origem e a permanência nela.

Caso consigamos compreender com profundidade estes conceitos, somos levados a um profundo respeito pelo Planeta que nos abriga e pela Fonte que nos origina.

É impossível, depois disso, passar uma existência sem tomar conta do corpo físico!

Torna-se primordial honrar o presente fornecido pelo Planeta para que estivéssemos aqui.

Vida, é como ele se chama, uma experiência única pela qual escolhemos passar e da qual não nos separamos a não ser com o consentimento do próprio Planeta, num nível mais abstrato.

Quando conseguiremos essa gama imensa de fatores para nos trazer novamente a um ponto parecido com este?

Bem, isso é misteriosamente belo, mas impossível de se responder com a mente consciente.

Assim, que possamos honrar o presente, o doador, a Fonte a às nossas próprias individualizações, fazendo valer cada minuto no tempo e cada gesto no espaço.

cursos gratuitos alinhamento energético e correção: 


http://unaversidade.org

Seja Luz!

Movimento Era de Cristal

Fonte: http://unaversidade.org

O OITAVO CHAKRA

Chakra Dourado

Junho 16, 2014



O oitavo chakra é chamado de chakra dourado porque é tecido com os fios dourados da matriz da matéria. Essa é a cor da forma e da manifestação. Ela cria estrutura e mantém as ligações cruzadas da teia cósmica. As frequências douradas nos elevam aos planos superiores que sustentam nossa verdadeira humanidade, A energia Crística, com sua delicada luz amarelo-dourada, envolve o chakra dourado. Sua radiância não é a aura do corpo humano em si, mas do astral superior e dos campos celestiais.

O chakra dourado começa a uns 30 ou 60 centímetros acima da cabeça. É o primeiro salto fora do corpo físico. Depois da energia do chakra da coroa, há um espaço aparentemente vazio naqueles poucos centímetros, após o qual se pode localizar o chakra dourado como um poderoso vórtice energético. É incrível pensar que algo que não toca o corpo físico possa fazer parte de nós, e, no entanto é o que acontece. Ele está ligado ao DNA espiritual que por sua vez se entrelaça com o DNA físico. Quando elevamos nossas vibrações, o chakra dourado é ativado e começa a girar. À medida que isso ocorre, torna-se um canal que une energias em seu centro, é atraído para nosso campo e, ao atingir o arco pulverizador cio chakra da coroa, curva-se em torno dele para criar a auréola dourada.

Há muitas maneiras de se preparar para a auréola dourada. É importante desejar e planejar sua presença, pois uma vez vivenciada, haverá muitas mudanças em decorrência do profundo impacto que causará em você. Uma vez que consiga acelerar as frequências para chegar até ela, a invocação da auréola pode ser feita em meditação ou com a prece. Chame sua energia da parte mais iluminada de si mesmo, mas não pense que você precisa ser um santo para tentar. O momento perfeito é agora, e não num futuro nebuloso.

Aquilo que você come faz diferença. A luz pura que está sendo atraída entrará em você e o envolverá; assim, é bom dar às células uma dieta de alimentos vivos, ricos em clorofila, para que a intensificação da luz não provoque uma resposta de desintoxicação. Acho que todos neste planeta deveriam comer alguma forma de alga cianófita, visto que este foi o primeiro organismo a transformar luz solar em vida; e também a forma planetária mais antiga e bem-sucedida, nascida antes que a camada de ozônio nos protegesse da radiação. À medida que os níveis de radiação aumentam rapidamente, precisamos utilizar as algas cianófitas como um amortecedor até que o corpo se adapte.

Deixe-me mostrar como focalizar suas energias e criar a frequência necessária para uma auréola, Há várias coisas a serem feitas antes de pôr os campos em movimento:

O deslocamento mais rápido de energia virá do movimento giratório. Tente girar o máximo de tempo que puder. Independentemente do número de vezes que você o faça, isso libertará mente e corpo do apego que impede a percepção superior. Sente-se e feche os olhos.

A respiração é o próximo passo para acelerar a energia. A respiração ígneapranayama é uma excelente técnica para sincronizar a tríade das glândulas mestras. Ela é feita ‘resfolegando’ com força através do nariz, ao expirar. Comece devagar e acelere em rápidas sucessões (como o som de um trem correndo cada vez mais rápido) por algum tempo e depois prossiga mais devagar até parar. Respire fundo e aperte o músculo pubicoccígeo (em torno do ânus) enquanto expira. Isso impulsionará a energia até o terceiro olho, rio centro da testa.

Na parte posterior do nariz há uma membrana que cobre sua cavidade no cérebro e bem atrás dela fica a glândula pituitária. A respiração ígnea fará vibrar a membrana e estimulará as glândulas mestras. Talvez você fique um pouco tonto depois de fazer o exercício, ou sinta dor no meio da fronte, no terceiro olho, Tudo isso é perfeitamente normal. Agora você está pronto para começar a respiração especial que o manterá em contato com o chakra dourado.

Volte a atenção para o alto da cabeça e respire fundo, inspirando e expirando várias vezes. Poderá ter uma sensação de efervescência ou ouvir um zumbido em torno do chakra da coroa. Isso é bom.

Use a respiração como um laser. Inspire através d0 terceiro olho e expire pelo chakra da coroa, projetando a energia para cima, até sentir uma conexão com o chakra dourado. Lembre que ele está a uma altura de um braço acima da cabeça. Enquanto estiver sentindo esse centro dourado, não respire; depois inspire através do chakra dourado, e expire pelo terceiro olho.

Faça isso uma série de vezes, ao mesmo tempo em que imagina a si mesmo envolvido pela luz dourada. Logo sentirá uma espécie de plenitude em volta da cabeça, especialmente no alto e nos lados. Essa é a frequência aureólica entrando em seu campo de energia. Pratique várias vezes com a respiração e a intenção consciente até poder criar a sensação com facilidade. Faça o exercício quando for sair, assim terá a impressão de estar ostentando literalmente uma auréola. Só de se imaginar portando uma auréola, já é um passo gigantesco pata qualquer um. Mesmo fingindo que a possui, o resto do campo áurico se alinhará com aquela oitava e você começará a vivenciar uma nova noção de harmonia e alegria.

Uma de minhas alunas avançadas de Divindade estava trabalhando com isso e contou mais tarde, na classe, uma história engraçada. Depois de sentir a forte sensação de uma auréola dourada em torno de si, ela foi para o centro da cidade caminhar. Disse que ficou muito surpresa o descobrir que não só ninguém parecia notar, mas se sentiu totalmente invisível. As pessoas pareciam olhar através dela sem vê-la, Enquanto andava pelo parque, um bêbado aproximou-se e, com as mãos levantadas ao lado da cabeça como que formando uma auréola, disse rindo: “Você está brilhando! Continue brilhando!”

Eu, também, tenho notado que as crianças e os sensitivos são aqueles que se voltam e olham novamente para minha cabeça. Às vezes vejo-lhes a auréola e trocamos um olhar de reconhecimento. Não é algo entre uma criança e um adulto, ou entre estranhos; é o abraço de identificação entre duas Almas!

Há anjos na Terra que são conscientes de seu objetivo e destino, e também existem aqueles que trazem consigo o DNA angélico, mas ainda não descobriram. Seguem abaixo trechos de uma experiência de conexão com o chakra dourado:

Todas essas experiências nos planos superiores foram vivenciadas com imensa profundidade. Não há palavras que possam transmitir adequadamente o significado que possuem para aqueles que foram envolvidos por elas. Imagine um rosto enlevado pela bem-aventurança, uma voz suavizada pela vastidão do universo, uma mente tranquilizada pelo mar infinito da unidade.

Sem drogas, em plena consciência pelo som, com a pulsação, na luz, e com estranhas e maravilhosas visões, eles encontraram um lugar de ressonância num universo interior e fora dos limites desta dimensão Com calma e delicadeza eles mudaram.

O que trazem de volta para nós? Nada que possamos segurar nas mãos. Devemos penetrar no espaço de seus corações extáticos e tocar o ponto essencial. Eles viram além e foram além do lugar que compartilhamos, penetraram em mundos interiores. Se fizeram isso, nós também podemos fazer, Somos livres para procurar um ponto de origem, para viajar nas esferas e ancorar essas insondáveis energias diretamente em nosso corpo, em nossos cristais consanguíneos, em nosso DNA.

O NONO CHAKRA
O Chakra Branco/Prateado
Entrar no funil do nono chakra é deixar o plano da matéria manifestada e ascender ao turbilhão dos éteres cósmicos. As leis da energia podem permitir o aparecimento da forma, que se comporta no âmbito de seus propósitos e depois se dissolve. O chakra branco-prateado é o manto do Corpo de Luz. Sua aura é de uma radiância branca, que crepita a forma nebulosa como um casulo amorfo.

“Você está aí?” sussurrei.

“Sim. Meu chakra branco-prateado é como uma luz liquescente e argêntea, inflamada pelo fogo...
...Depois de trabalharmos com kundalini, passamos para as escalas do oitavo e cio nono chakra, que são o chakra dourado e o branco-prateado, respectivamente. São mundos de ligação com tanta luz e intensidade que é difícil imaginar que possam ser integrados ao nosso. Trata-se de planos de realidade sinérgicos, frequências de luz que estão além de nosso espectro e encontros com outros seres que aprenderam sobre as leis cósmicas ria energia e, portanto manipulam uma tecnologia que seria de grande valor para nós.

Ao ler as vinhetas das experiências nessas oitavas superiores, você poderá ficar imaginando como utilizá-las em nossa realidade, já que costumam estar tão distantes da forma e da estrutura. Pois essa energia tem um grande valor de transformação. Quando alguém é capaz de atingir essas frequências pela própria vontade, ele se torna maior que a vida, e sua própria presença é inspiradora para outras pessoas.

Corpos de Alma
Chris Griscom



Nota: Agora, porém, ao trabalhares com o Chakra Unificado, reúnes os chakras mais elevados (acima da cabeça) com os sete tradicionais, conseguindo que todos passem a funcionar de acordo com a frequência da energia que flui através do chacra do coração. Isto também significa que os três campos mais densos podem ser alinhados, trocar energia e ressoar entre si, tendo o amor como a componente principal dessas interações. Assim, finalmente, todos os três campos se podem alinhar num só campo unificado porque encontraram uma gama de frequências do amor - a qual todos podem absorver. Realizando o exercício do Chakra Unificado estaremos atuando através do CARDÍACO, a energia do amor incondicional, do não julgamento. E todos os bloqueios e pontos de resistência serão automaticamente eliminados. Todo Poder, Sabedoria e Amor estarão sendo reativados e incorporados a cada célula do corpo físico fazendo com que a memória celular recupere a lembrança natural de quem você é na realidade. Um Ser Divino.

O Chakra Unificado, porém, permite a articulação completa de todos os aspectos do ser. As tuas respostas passam a proceder integralmente do eu - espírito, o que significa que passará a estar ativo... em vez de reativo, a viver ancorado no amor e não no medo. Lembre-se que o ancoramento atualmente não deveria mais ser feito pelo chakra raiz (básico), mas sim pelo chakra Ômega. Unificar-se até o décimo chakra é em geral suficiente, mas ocasionalmente você poderia desejar unificar-se até o décimo - segundo e convidar nosso Eu - Crístico a seus campos energéticos - ou ir até mais além, convidando a presença da Fonte.







Solange C. Ventura
www.curaeascensao.com.br




ATIVAÇÃO SIMULTÂNEA DO OITAVO E NONO CHAKRAS








Por: TEMPLO DO SOL Escola de Ascensão

www.comandoestrelinha.ning,com




CRONOGRAMAS ENTRELAÇADOS HABITAM PERTO DA ENERGÉTICA TERRA ATUALMENTE



Junho 16, 2014


by ÉirePort





Cronogramas entrelaçados atualmente habitam perto energética da Terra. Requisitos para Hue-manidade parto incluem a exposição, o reconhecimento, separação e transmutação de tal, por Hue seres individuais. 

hu-manidade segue os ditames dos HUE-Seres. 

Trilhando caminhos do tempo anterior revela infrutífera. 

Tudo está em processo de grande Hue-manidade e despertar em massa hu-manidade.

Tradução: Sônia L. Pereira

INTERPRETAÇÃO:


A energética da Terra está no momento entrelaçada com os cronogramas criados pela humanidade através antigos conceitos e hábitos sociais. Os requisitos para o parto da Humanidade incluem exposição, o reconhecimento e a transmutação de cada ser humano individualmente.

A humanidade segue conforme a consciência de cada ser humano.

É infrutífero seguir os caminhos do que já é antigo,  o velho mundo.

Tudo está em processo do despertar em massa da Humanidade.

Por: Sônia L. Pereira




(GaiaPortal transmite mensagens a respeito de mudanças e progresso nas fases de energia planetários da Mãe Terra. As mensagens contidas neste documento são para informar, ajudar e alertar aqueles atraídos para ele, para eventos energéticos transpirando momento a momento.Aqueles atraídos para este site vai saber instantaneamente se é deles para ler.)

Os autores deste site são Seres das Estrelas ligadas à sagrada Terra de Eire , e incorporar a energia feminina sagrada original do lugar.

Fonte: http://gaiaportal.wordpress.com